Dor

Um tempo escuro pendurado sobre minha carcaça

Desenhando pretéritos de futuros pesados

Eu, dormente, num presente amargo

Embriago-me de realidades desiludidas

E vomito palavras frias, tórridas e esfumaçadas

Mas não me fale assim

Assim não me agrada

Nada então…

Inerte, calo.

—-

Se a força que me subtrai

Fosse um oceano até minha morte

Afogaria-me sem luta

Nessa mágoa infinita dor

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